É que, às vezes, nem eu sei explicar. Às vezes eu só quero gritar pro mundo que ninguém ama como eu. Eu sou intensa. Eu sou intensa demais, cara. E antes de amar eu não sabia que podia amar tanto assim. O fato é que eu amo, mas eu AMO MESMO.
Depois que eu amei, eu não sei mais viver a minha vida, eu só sei viver a nossa. Depois que eu amei, se estamos bem, minha vida fica perfeita: o céu é azul, adoro ouvir os passarinhos cantando, percebo que tenho amigos lindos, dou risada e canto alto. Se estamos mal, minha vida desaba: o dia fica nublado, ninguém gosta de mim, não quero falar com meus amigos. Mas mesmo assim, eu sou chata. Eu sou chata demais. Finjo que sou segura, mas é tudo fachada. Depois que eu amei, eu faço o que posso pra TUDO sair da forma que ele quer. Se algo que era interessante pra mim não é pra ele, eu deixo de lado. Eu quero brigar, espernear, fazer ele se sentir culpado, mas eu não faço, porque penso como eu ficaria se fosse o contrário.
O contrário. Eu faço tudo pensando no 'o contrário'. Eu não faço com ele o que não gostaria que ele fizesse comigo. E eu cobro. Eu cobro demais. Mas é porque eu tenho medo. Eu juro que cobro por amor. Porque só de pensar em perdê-lo... Ah, não dá nem pra pensar. Mas é que quando fico triste, peço a Deus pra ele nunca se sentir como eu, porque sei que machuca. E eu prefiro pegar toda a dor pra mim, TODA. Sou egoísta até nisso. Vivo tanto a vida dele que só de pensar nele triste eu já tenho vontade de morrer.
Ah! Como eu amo... Mas eu amo tanto que a única coisa que me importa é vê-lo feliz.
Às vezes eu penso que eu amo errado... Mas fazer o que? Quem mandou ser tão intensa? Minha vida é divida em duas partes: A.A (Antes de Amar) e D.A (Depois de Amar). E quer saber? Eu gosto muito mais da segunda parte... E quero que ela dure pra sempre na minha vida, porque eu não me arrependo e nunca vou me arrepender. Porque amar foi a coisa mais bonita que já aconteceu na minha vida. Apesar de tudo, a felicidade reina. E eu agradeço a Deus todos os dias.
Por tudo. Por ele. Por nós.
Nenhum comentário:
Postar um comentário